O que é plástico de uso contínuo e plástico de uso único?

Quando falamos sobre Melissa, imediatamente pensamos em sapatos feitos de plástico, um material presente na vida de todos, mas também extremamente perigoso para o meio ambiente. No entanto, ainda que a preocupação com o descarte de Melissas seja grande, o plástico da marca não se enquadra na categoria de plásticos de uso único, um dos maiores problemas atualmente.

Como o próprio nome diz, plásticos de uso único são aqueles descartáveis logo após o primeiro uso, como embalagens, hastes flexíveis, sacolas, talheres de plástico, canudos, etc. Afinal, quando há uma embalagem de plástico e você abre para retirar o produto, aquele plástico não é usado novamente e vai para o lixo. O mesmo acontece com os outros exemplos citados acima. No caso das Melissas, elas são consideradas plástico de uso contínuo, ou seja, são produtos feitos sim de plástico, mas que têm uma vida útil maior: são usados por anos antes do descarte.

Melissa/Divulgação

Em relação ao plástico de uso único, há uma grande preocupação de entidades ligadas ao meio ambiente para diminuir imediatamente esse consumo. Por exemplo, há iniciativas para que as pessoas tenham canudos reutilizáveis, copos, talheres, que usem ecobags nas compras de mercado, etc. Com essas atitudes, a ideia é que o planeta comece, aos poucos, a diminuir sua produção do material.

No entanto, com a chegada da pandemia da COVID-19, o uso de plásticos descartáveis aumentou, já que há um medo constante de contaminação. O que fazer então? Para especialistas da área, é importante sim diminuir o consumo de plástico, mas não “vilanizar” o material em si, já que, na falta de outras alternativas mais sustentáveis, ele ainda é extremamente importante para a humanidade, barateando custos e possibilitando o desenvolvimento, inclusive em áreas como a saúde. 

A ideia é: se vamos utilizar o plástico, que façamos isso da melhor forma possível, diminuindo o que der e sempre tomando cuidado ao descartar, para que aquele plástico não contamine o meio ambiente. No caso da Melissa, a preocupação é a mesma e todos podem contribuir seguindo três passos básicos:

Reduza: antes de comprar um item Melissa, feita de Melflex, pense se você precisa realmente daquele sapato ou bolsa e se ele vai cumprir um objetivo importante na sua vida e no seu guarda-roupa.

Reutilize: se você tem pares antigos ou bolsas da Melissa, pense em fazer o desapego, vendendo para outras melisseiras e melisseiros, ou fazendo doações para quem precisa.

Recicle: caso o item Melissa que você tem esteja danificado, já no fim de sua vida útil, e não possa ser vendido ou doado, leve-o ao clube mais próximo e o descarte corretamente. Lembrando que todas as Melissas levadas para clubes passam pela logística reversa e são levadas de volta à fábrica da Grendene para a reciclagem e descarte correto de materiais.

E não fique chateada por não ganhar nada por levar sua Melissa ao clube mais próximo. Lembre-se que a ideia aqui é diminuir os resíduos (logo, não faz sentido aumentar a produção de brindes) e ajudar o meio-ambiente, pensando em uma causa maior do que cada um de nós. 

O primeiro resultado dessa ação de recolhimento das Melissas foi divulgado em 2020, com o lançamento da Melissa Flox Msaiba mais sobre ela aqui. O sapato, inclusive, foi alvo de polêmicas por ter um preço “cheio”, mas o vídeo abaixo da Nathalia Becker explica como o processo de reciclagem é feito e porque ele não é tão barato como as pessoas imaginam:

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